eu nos declaro

“Reconhecemos em plena consciência que só um casal pode ministrar o sacramento do matrimónio um ao outro, e só um casal o pode santificar. Nem a minha igreja, nem o poder em mim investido pelo Estado, me pode dar autoridade para declarar o que só dois corações podem declarar, e o que só duas almas podem tornar real.” (“Conversas com Deus” de Neale Donald Walsh)

eis porque, não sendo casada, o sou, se calhar até num grau de consciência mais elevado do que muitos casados de facto. eis porque não preciso de me casar, pela igreja ou pelo civil, pois os votos já foram expressos e manifestados no lugar mais apropriado: dentro de nós. e eis também porque jamais voltarei a permitir que um padre me aponte o dedo e diga “pecadora”, como se só ele pudesse ministrar tal sacramento, o da casamento. pena de não me ter casado?! pena tenho deste padre que anda mais perdido que eu. que Deus o ajude.

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